Radio comunicador será utilizado no programa Ronda no Bairro é inaugurado em Maués, no interior do Amazonas

A cidade de Maués, distante 276 km de Manaus recebeu nesta sexta-feira (27) a implantação do programa Ronda no Bairro, da Polícia Militar (PM). No total, o município contará com um efetivo de 61 policiais militares, além de dois delegados da Polícia Civil, investigadores e escrivão. Maués passa a ser o nono município do interior do Amazonas a receber o Ronda no Bairro.

Com a chegada do programa, estão previstos a aquisição de armamentos, viaturas, lancha, kits de proteção para os policiais, capacitação, equipamentos de radiocomunicação e tecnologia da informação, além da construção de uma nova delegacia e sede da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar.

De acordo com o Governo do Estado, todos os policiais civis e militares que irão atuar em Maués participaram do treinamento para utilização do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp), plataforma tecnológica do programa Ronda no Bairro. Com o Sisp implantado, as polícias de Maués terão acesso direto aos mandados de prisão, consulta no Detran e Denatran de veículos em circulação, roubados ou furtados.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Maués foi dividida em quatro setores, cada um recebendo policiamento ostensivo de duas motocicletas e uma viatura.

Fonte: G1

 

Radiocomunicação marca gol de placa na Copa do Mundo de 2014

A Copa do Mundo de 2014 teve início semana passada na capital paulista, com vitória da seleção canarinho que se deu ao luxo de ganhar de goleada, mesmo marcando o primeiro gol contra. O evento foi marcado pela apresentação de abertura que revelou ao mundo as tradições da cultura brasileira em suas mais diversas facetas, mostrando o que cada região brasileira tem de melhor.

Além da goleada, o Brasil mostrou que o país é show de bola também na ciência com a apresentação do Exoesqueleto, inovação de cientistas brasileiros que no futuro permitirá que muitos paraplégicos voltem a caminhar. Realizar um evento desse porte com a ameaça iminente de protestos e manifestações demandou muita energia e organização de diversas equipes ligadas à produção, organização e segurança do evento.

Como o sincronismo de operações necessita da tomada de decisões imediatas e coordenação de pessoas que atuam conjuntamente, somente um meio de comunicação pode proporcionar esse ganho de produtividade: a radiocomunicação.

Além das equipes que atuaram no espetáculo de abertura do evento, todas as atividades de segurança no entorno utilizaram a radiocomunicação, sendo as principais delas: Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, CET, Samu(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), dentre outras.

Por que o rádio continua sendo insubstituível, mesmo havendo atualmente meios de comunicação mais modernos e sofisticados? Porque nenhum deles possui a confiabilidade da radiocomunicação. Quando se precisa ter certeza que a mensagem deve chegar ao seu destino com integridade absoluta no instante do fato, somente a radiocomunicação pode ser utilizada nestes casos.

Por estar intrinsecamente atrelada ao conceito de “missão crítica”, segundo o qual a falha no envio da mensagem pode causar o perecimento de vidas humanas ou perdas de patrimônio vultosas, a radiocomunicação contínua até os dias de hoje em alta.

Nesse sentido podemos afirmar que nenhum sistema de informação teve um ciclo de vida tão duradouro e longevo, haja vista ter sido inventada por Guglielmo Marconi, que documentou experimentos em 1890, há mais de cento e vinte e quatro anos.

Fonte: Jornal do dia

Alta tecnologia irá auxiliar o trabalho da Segurança na Copa

O uso de tecnologia para garantir a segurança durante a realização dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá é um dos trunfos da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp).
Por meio aéreo, o imageador térmico, equipamento de alta tecnologia com capacidade de gravação e de transmissão de vídeo em tempo real será usado pelo Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) durante o patrulhamento nos dias de jogos. O equipamento capta imagens em alta resolução e é capaz de ajustar a luminosidade para monitoramento noturno, além de contar com auxílio de sensor infravermelho.
Em terra, dois veículos de tecnologia embarcada, conhecidos como Centro Integrado de Comando e Controle Móvel (CICCM), vão operar equipados com ferramentas de informática e radiocomunicação, software, câmeras e monitores.
As bases terrestres realizam atividades de comando e controle em áreas específicas de interesse operacional, podendo ainda substituir o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), no caso de indisponibilidade deste último.
Tendo como principal característica a alta mobilidade, a viatura de videomonitoramento, denominada Plataforma de Observação Elevada (POE), possui hastes que atingem quase 16 metros de altura.
A peça vertical é equipada com câmeras no ponto mais elevado que geram imagens para o Centro de Comando e Controle Regional, oferecendo condições de visibilidade privilegiada, que irão facilitar a identificação de ações criminosas, agilizando a intervenção dos agentes públicos.
Como complemento ao aparato tecnológico, uma Delegacia Móvel atenderá a população, facilitando os serviços de polícia judiciária. Um delegado, investigadores e escrivães contarão com acomodações no veículo para o atendimento policial como a confecção de boletins de ocorrência e a lavratura de autos de prisão em flagrante.
Para lidar com bombas e artefatos explosivos, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) conta com um kit antibombas. A estrela deste kit é o robô antibomba (iRobot PackBot), conhecido por ser usado em situações de grande risco, e que já atuou nas guerras do Iraque e Afeganistão, bem como no desastre nuclear de Fukushima, no Japão.
Os integrantes da equipe antibombas receberam ainda traje antifragmentação, braço mecânico, raio x e demais equipamentos.
“A aquisição dessas tecnologias irá garantir a manutenção da segurança de residentes e turistas, de forma a assegurar que todos se preocupem apenas com a grande festa que estamos sediando”, disse o coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle Regional, coronel PM Joelson Geraldo Sampaio.

Fonte: Expressom

Menos concorrência no mercado corporativo de telecomunicações

A consulta pública número 15 da Anatel, que tem como tema a possível extinção do Serviço Móvel Especializado e a consequente adaptação do instrumento de outorga do serviço para Serviço Móvel Privativo ou Serviço Limitado Especializado, sinaliza uma tendência de concentração do serviço de telecomunicações – ainda maior – em poder das grandes operadoras.

O Serviço Móvel Especializado, ora em vias de extinção, é utilizado em grande parte por clientes corporativos que demandam soluções de radiocomunicação para redes de grande porte a partir de 500 terminais. Grandes siderúrgicas, portos, aeroportos, indústrias das mais variadas, utilizam a radiocomunicação para gerenciamento de processo e agilização de tarefas.

Outrossim, os serviços em questão são de relevante importância para o setor produtivo brasileiro especialmente para a indústria e agronegócio, que tem sido o baluarte da economia brasileira e responsável por 25% do PIB brasileiro, e há anos tem salvado a balança comercial do Brasil de amargar déficits ainda maiores.

Ademais, o Serviço Móvel Especializado e outras submodalidades também suportam serviços essenciais a sociedade em todo território nacional, tais como, Samu, Defesa Civil, Guarda Municipal, Segurança Pública, Serviço de Trânsito, entre outros. Tais serviços não podem ser atendidos por aplicações over-the-top (OTT), em razão de tratar-se de missão crítica onde há risco iminente de morte ou perdas patrimoniais vultosas.

No âmbito privado, o Serviço Móvel Especializado suporta aplicações de voz e dados ligadas a automação industrial e diretamente ao processo de melhoria da eficiência produtiva. Cabe lembrar que ao longo dos anos o Serviço Limitado e suas submodalidades, dentre elas o Serviço Móvel Especializado, vem perdendo espectro para outros serviços tais como o Serviço Móvel Privativo que no caso do 450 mhz, por exemplo, sequer possuem equipamentos para utilizar as faixas.

As operadoras sustentam que aplicações over-the-top, permitirão a formação de grupos de clientes que poderão se conectar com baixo custo. Sabendo dos atuais níveis de qualidade das operadoras, campeãs de reclamações no Procon, fica difícil imaginar que será uma comunicação de boa qualidade.

Esperamos que a Anatel avalie na formulação da nova resolução o que é melhor para a sociedade brasileira como um todo, que para seu desenvolvimento necessita de vários serviços de telecomunicações, sendo o de telefonia celular um serviço de relevante importância, mas não o único. Para o país se desenvolver com sustentabilidade, o espectro radioelétrico tem que ser dividido com parcimônia de modo a garantir a universalização dos serviços de telecomunicações.

Adriano Facchini é empresário de telecomunicações e presidente da Aerbras – Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Fonte: Aerbras