Subsecretaria de Tecnologia investe em Radiocomunicação

O intuito é garantir condições necessárias para a articulação e a operação dos serviços de Segurança Pública

A Coordenadoria de Comunicações Críticas (Ccrit), da Subsecretaria de Tecnologia da Secretaria de Segurança, atua no âmbito das radiocomunicações críticas para que o Estado tenha a sua disposição uma ferramenta moderna e unificada.

Diante da proximidade dos grandes eventos, a Ccrit, desde 2011, possui vários desafios, entre os quais, o de se adequar a uma norma da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), que destinou mudança de faixa de operação para serviços de Segurança Pública na frequência de 380MHz.

Com a realização da Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo, Olimpíada e Paraolimpíada no Rio tornou-se necessária à ampliação e adequação do sistema de radiocomunicação crítica, no que se refere à cobertura, capacidade de tráfego, confiabilidade, segurança, disponibilidade e recursos. O intuito é garantir as condições necessárias para a articulação e a operação dos serviços de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Rio de Janeiro e demais Forças de Segurança Integradas.

Fonte: Governo do Rio de Janeiro

Comunicação eficaz é aquela que é compreendida

Autor: Marcos Gross

A energia do fóton exprime-se através da freqüência angular w=2p f, em vez de frequência f. Neste caso, em vez da grandeza h, usa-se, como coeficiente de proporcionalidade, a grandeza h, cujo valor numérico se calcula pela seguinte fórmula:
h = 6,6261 x 10 -34 Js = 4,1357 x 10 -15 eVs

Você compreendeu essa mensagem?

Somente um físico pós-graduado (especializado no ramo quântico) poderia entendê-la. É comum sentirmos – diante de um palestrante ou de uma leitura de uma obra – não ter “captado” uma parte relevante do conteúdo transmitido. Faltam-nos conteúdo, informações e experiências; estamos com baixo repertório naquele campo do conhecimento.

Há comunicadores bem intencionados no mundo. São milhares de cientistas, radialistas, jornalistas, vendedores, diretores, professores, executivos, estagiários e outros profissionais que tentam passar o seu recado no dia a dia e não são compreendidos por grande parte de seus interlocutores. Por que isso acontece?

O grande erro de quem se comunica é ignorar o repertório cultural e mental do ouvinte a qual se dirige. Uma boa comunicação começa respondendo às seguintes perguntas: qual é o perfil sócio-cultural dos meus ouvintes; que palavras compõem o vocabulário cotidiano dos destinatários; que estímulos os deixarão motivados e que abordagens são compatíveis com seu grau de inteligência intelectual e emocional a fim de que decodifiquem o que se quer transmitir.

O mundo corporativo ignora o fato. É comum observarmos diretores de empresas se dirigirem ao “chão de fábrica” com termos muito técnicos e gerenciais à moda de Harvard, esquecendo que, geralmente, o “peão” possui um repertório simples e popular, por conta do pouco contato que tem com as leituras especializadas. O resultado é um sério gap de comunicação que cria desconexão entre a alta gerência e os colaboradores operacionais.

A linguagem adequada é aquela que está alinhada ao repertório cultural dos receptores. O mérito de programas populares da TV, como o Fantástico (que está no ar desde 1973), é a capacidade de poder falar uma linguagem básica que pode ser compreendida por qualquer brasileiro, do extremo norte do país ao Chuí (Rio Grande do Sul), dialogando simultaneamente com o executivo de São Paulo e o cidadão ribeirinho da Amazônia.

Então vai a dica: todas as vezes que for enviar uma mensagem a alguém, analise o perfil da pessoa que a receberá. Verifique as palavras que utilizará e o vocabulário empregado. O comunicador que desprezar esses passos, não estará dialogando, mas atuando em um verdadeiro monólogo. Fim da mensagem.

Fonte: Catho

Exército Brasileiro adquire soluções de radiocomunicação digital da Motorola Solutions para a segurança da Copa das Confederações

Sistemas de última geração serão usados nas seis sedes da competição e proporcionarão mais eficiência e ampla cobertura em pontos críticos

O Exército Brasileiro está adiantado nos preparativos para a Copa das Confederações e anuncia a compra de tecnologia da Motorola Solutions, provedora líder em serviços e soluções de comunicação de missão crítica para governos e empresas, que serão utilizadas na segurança durante os jogos em junho, no Brasil. Os sistemas digitais de radiocomunicação de voz criptografada também serão utilizados na Copa do Mundo de 2014, podendo haver expansão, de acordo com as necessidades do evento.

Com as soluções adquiridas, o Exército poderá exercitar o comando e controle de seus efetivos e cumprir com eficácia as missões pelas quais será responsável na Copa das Confederações. O projeto já está em fase de implementação, e a primeira etapa de testes começou em abril, com previsão de término para o fim de maio de 2013. O sistema fará a cobertura, principalmente, em pontos considerados críticos, como os estádios e arenas, os centros de treinamento das equipes, hotel em que as delegações estarão hospedadas e aeroportos. Em locais mais distantes, sem cobertura da rede, serão utilizadas soluções móveis (repetidoras), que permitem a criação de uma rede para comunicação segura.

Pontos importantes

- As soluções serão utilizadas durante a competição nas cidades-sede: Brasília, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Rio de Janeiro.

- Para Brasília será mantida a tecnologia da Motorola Solutions já utilizada desde 2011.

- O contrato contempla a compra de rádios dos modelos APX2000, XTL e XTS.

– O sistema digital de radiocomunicação vai permitir que todas as cidades- sede do evento estejam interligadas por uma rede IP.

– Cada Estado terá visualização local, mas todo o monitoramento poderá ser feito pelo Exército em Brasília, de onde será possível acessar todas as posições e localizações das tropas, por meio do sistema de GPS dos próprios rádios, interligados às soluções do Exército, associadas às soluções da Motorola Solutions.

“Assim, como a Copa das Confederações é um pré-evento para a Copa do Mundo, será também um momento ímpar para que possamos pôr em prática nossos planejamentos para 2014. Dessa forma, esperamos estar prontos para as demandas de cooperação na área da segurança, contribuindo com os diversos órgãos envolvidos no âmbito federal e estadual, participando deste grande momento do Brasil. É importante ressaltar ainda que todos os equipamentos ficarão como legado, que será extremamente útil para as determinações de nossa presidenta, além dos limites dos grandes eventos”, diz o comandante de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército brasileiro, general Santos Guerra.

“Estamos sempre em busca de excelência em todas as soluções de segurança que oferecemos para o mercado. Ficamos muito honrados por fazer parte de um momento tão importante para o País e poder contribuir para que o mundo veja o Brasil como referência em segurança”, afirma Paulo Cunha, presidente da Motorola Solutions Brasil.

Fonte: Maxpressnet

Universidade de Brasília promove curso de capacitação em sistemas de missão crítica com apoio da Motorola Solutions

Iniciativa conta com investimento de R$ 270 mil e visa auxiliar estudantes e profissionais na prática e tomadas de decisão

SÃO PAULO, 6 de maio de 2013 – A Motorola Solutions e seu braço filantrópico, Motorola Solutions Foundation, anunciam o convênio e doação ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (CDT/UnB) para a realização do curso de sistemas integrados em comunicação crítica, voltado para profissionais da área de radiocomunicação, engenheiros, técnicos em telecomunicações, estudantes de engenharia e especialistas em segurança pública. O investimento de R$ 270 mil tem o objetivo de incrementar o conhecimento profissional desse público e auxiliá-lo a distinguir melhor e de maneira mais clara as tecnologias, além de permitir a tomada de decisões mais adequadas, levando em conta as necessidades específicas, o tamanho e a peculiaridade de cada projeto.

Para o curso, que terá duração de 40 horas, foram abertas 90 vagas, distribuídas em três turmas, que acontecerão nos meses de maio e junho. Ao final das aulas, todos os alunos receberão certificado emitido pela UnB.

PONTOS IMPORTANTES

O curso, que abrange as tecnologias P25, TETRA e LTE, terá cinco módulos com os temas: O porquê de um sistema de comunicação diferenciado; Fundamentos de sistemas de comunicação; Sistema de comunicação móvel diferenciado; Sistemas atuais para comunicações críticas, e LTE. Cada módulo será dividido em unidades, com detalhamento dos temas e suas especificações.
A programação inclui ainda uma visita ao Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX), onde os alunos poderão ver os testes de LTE (Long Term Evolution), que estão sendo desenvolvidos pelo Exército Brasileiro em Brasília, com o suporte da

Motorola Solutions

As aulas serão ministradas na UnB e todo o material didático e o transporte para as visitas fora do campus universitário serão de responsabilidade da universidade.

DEPOIMENTOS

Professor Dr. Luis Fernando Molinaro da Universidade de Brasília

“Essa parceria com a Motorola Solutions Foundation nos permite reforçar nosso compromisso com a educação e com a disseminação do conhecimento. Este curso foi cuidadosamente desenhado para que possamos capacitar estudantes e profissionais para o mercado de comunicações de missão crítica, em que o conhecimento adequado representa uma grande diferença, sobretudo no momento de tomada de decisão”.

Wagner Andrade, diretor de novos negócios da Motorola Solutions no Brasil

“O mercado está carente de pessoas qualificadas e especializadas em radiocomunicação e com conhecimento em tecnologias de missão crítica. Com a realização deste curso, a UNB permite que os estudantes e futuros profissionais possam atuar de forma plena neste mercado”.

Matthew Blakely, CEO da Motorola Solutions Foundation.

“A Motorola Solutions Foundation apoia treinamentos e projetos de educação para segurança pública em todo o mundo, e estamos felizes com a parceria com a Universidade, pois permite que profissionais de segurança pública entendam os diferentes métodos e como as comunicações desempenham um papel fundamental em manter as comunidades seguras”.

Fonte: Motorola Solutions



Governo rebate Proteste e afirma que 4G chegará a 15 cidades já em maio

Paulo Bernardo acredita que mais de 4 milhões de linhas 4G serão ativadas este ano. Consultorias falam em menos de 1 milhão. Anatel vai fiscalizar o início de operação do serviço

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reafirmou nesta terça-feira, 30/4, que as operadoras de telefonia celular deverão oferecer 4G a 15 cidades nos primeiros meses de operação, embora a obrigatoriedade, neste primeiro momento, seja a cobertura das seis cidades-sede (Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Fortaleza) da Copa das Confederações.

Segundo o cronograma estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as operadoras de telefonia móvel que adquiriram espectros no leilão tinham até hoje (30/04) para cobrir 50% das áreas das seis cidades-sede da Copa das Confederações.

“As empresas já demonstraram que vão atender a mais do que isso, não apenas em cobertura, mas também em número de cidades que serão abrangidas. A notícia que a gente tem, embora algumas empresas ainda fiquem, por razões comerciais, escondendo as suas intenções, é que o número de cidades vai ultrapassar bastante as seis. E com certeza vai ser um serviço com bastante aceitação”, disse Bernardo.

Presentes ao lançamento do serviço d4G da Vivo, Paulo Bernardo e o presidente da Anatel, João Rezende, rebateram os alertas do Proteste. Segundo eles, os planos ofertados pelas operadoras não estão tão mais altos que os planos 3G+ ofertados hoje, e os preços dos aparelhos são os mesmos dos smartphones 3G topo de linha.

João Rezende garantiu que a agência reguladora vai fiscalizar o início da oferta do serviço no país. “Estamos acompanhando a cobertura de cada cidade, tem que ter oferta comercial a partir de amanhã e vamos fiscalizar o cumprimento desse quesito do edital”. E contestou a orientação da associação de consumidores Proteste, que aconselha a evitar a contratação do serviço neste momento. “Há interesse dos consumidores e ninguém tem o direito de tutelá-los”, disse. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, por sua vez, acrescentou que o consumidor é “inteligente” e não vai deixar de contratar os serviços que deseja.

O ministro acredita que o número de usuários 4G irá passar de 4 milhões até o final do ano, superando a previsão da Anatel. Não é o que dizem as consultorias especializadas no mercado de telecomunicações. A maioria delas aposta em menos de 1 milhão de usuários até o fim do ano. A título de comparação, o 3G, lançado no Brasil em 2007, levou apenas três meses para atingir a marca de 1 milhão de assinantes.

“Todas as projeções que eu ouvi até agora são muito conservadoras. A Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] fala em 4 milhões de usuários de 4G até o final do ano. Eu vou apostar um jantar com o João Rezende [presidente da Anatel] que vai ter mais”.

Falta infraestrutura

O ministro reconhece, no entanto, que ainda há muito a avançar com relação à infraestrutura para que as redes de terceira e quarta geração da telefonia móvel (3G e 4G) funcionarem adequadamente. De acordo com Bernardo, o número de usuários do 3G cresceu 70% em 2012.

“Nós estamos precisando de mais infraestrutura para o 3G. Isso, muitas vezes, esbarra no problema das antenas. Por isso que nós temos feito um trabalho para conseguir melhorar as legislações municipais para dar qualidade melhor”, disse, após participar do lançamento da rede 4G do grupo Telefônica Vivo, em São Paulo.

O ministro ressaltou que os clientes deverão migrar para o 4G em razão dos problemas atuais da transmissão em 3G. “O que vai levar o cliente para o 4G é que, de fato, o 3G está sobrecarregado, deficiente. [O 4G] vai ter uma demanda constante, os aparelhos estão barateando. Mas nós precisamos de infraestrutura”, disse.

Perguntado se a rede 4G não irá sofrer com as mesmas deficiências da 3G, Bernardo declarou que “houve descuido, talvez das autoridades, com certeza das empresas” com o crescimento do uso do 3G, o que levou à diminuição da qualidade do serviço. Mas agora a fiscalização é maior. “Estamos cobrando, estamos batendo duro nas empresas, não temos afrouxado, é uma tecnologia que com certeza vai ser usada por muitos anos”, ressaltou.

Fonte: IDG Now!